6º Seminário de Produção Cênica
Período de Desenvolvimento
Maio a Novembro de 2017
O Seminário de Produção Cênica não é um evento convencional. Sua missão – democratizar o acesso à cultura e fomentar o debate – continua a evoluir, e a cada ano que passa esse objetivo é alcançado com criatividade e elegância.

Esse ano foi apresentado o tema “Nós na Arte”, com grandes nomes da cena cultural curitibana. Foram 3 dias de atividades intensas com a oportunidade de presenciar o trabalho ao vivo de Marcelo Bittencourt, Luiz Rettamozo, Foot Work Crew, Siamese e, por último mas não menos importante, a voz arrasadora da Michele Mara. Ocorreram mesas de debates com diálogos bem frutíferos e oficinas difíceis de escolher por serem ministradas por pessoas tão qualificadas.

Dito isso, prometo que o Seminário de Produção Cênica vai evoluir ainda mais a cada ano que passar, da forma mais dinâmica e pouco convencional quanto nos esforçamos para ser.

Foto de Fundo da Primeira Seção do Site.
Fotografia por Virginia Benevenuto
O Desafio.
A equipe organizadora do Nós na Arte queria um site
Nossa Abordagem.
“Como podemos fazer isso parecer divertido?”

que continuamente voltou ao longo do processo, sempre nos perguntando a mesma coisa

“A arte não é um espelho para refletir o mundo, mas um martelo para forjá-lo.”

Vladimir Maiakóvski

Por que um site?

Por que não deixar o site de lado e investir em uma divulgação bem elaborada nas redes sociais?

Você acaba de ler a pergunta que me incomodou por muito tempo… incomodou tanto que esse foi o último tópico a ser escrito, até que, em uma noite chuvosa de outubro tomei coragem e escrevi, em letras garrafais, a seguinte frase numa folha em branco:

O Seminário Nós na Arte precisa de um site por que:

(Por incrível que pareça depois de escrever essa frase, os motivos timidamente começaram a surgir, são eles:)

MOTIVO Nº1 – Web-sites são de maneira geral ambientes muito mais organizados e otimizados para gerenciar materiais. Em um site o seu material pode ter a forma e o conteúdo que for necessário, o site se adapta à ele, nas redes sociais é justamente o contrário, você é forçado a se moldar seguindo o padrão de perfis e páginas. Analizemos dessa forma:
Imagine que o seu conteúdo (Fotos, vídeos, textos) seja um vinho.
É como se o Facebook fosse um copo de plástico que você fica mordendo as bordas quando acaba a bebida e um site fosse uma cristaleira repleta de taças de todos os tipos inclusive a taça ideal para tomar o seu vinho. Se você tem um Merlot, por exemplo, seria ideal você degustar ele em uma taça Bordeaux (Obrigado Google).

Ok, pode até ser o melhor copo de plástico do mundo mas continua sendo um copo de plástico.
Bem melhor, um copo específico para uma bebida específica!
Isso não quer dizer que você não pode tomar o seu vinho num copo descartável, é claro que pode mas isso seria um sacrilégio! As taças são pensadas para captar o máximo de aromas do vinho, além de projetá-la para uma parte específica da língua. Da mesma forma que cada vinho merece uma determinada taça, cada projeto demanda cuidados específicos. Imagine por um momento a Amazon sem um site, ainda não entendeu? A Amazon ficou fora do ar por 20 minutos um dia em março de 2016, o suficiente para virar Trend:

https://twitter.com/moweatherguy/status/708014127038353410?ref_src=twsrc%5Etfw&ref_url=http%3A%2F%2Fmashable.com%2F2016%2F03%2F10%2Famazon-is-down-2%2F

https://twitter.com/dangoodin001/status/708013557355560960?ref_src=twsrc%5Etfw&ref_url=http%3A%2F%2Fmashable.com%2F2016%2F03%2F10%2Famazon-is-down-2%2F

Ter um site significa ter história. Conteúdos inseridos em redes sociais são efêmeros e fadados a cair no esquecimento. Facebook percebeu isso e lançou o “On This Day”, o público recebeu tão bem essa novidade que 2 anos depois eles introduzem um novo jeito de rever memórias. Mas mesmo com todos esses avanços que o Facebook, Instagram e Twitter Da mesma forma que

Em suma, um Kindle é muito bem vindo numa viagem curta e rápida mas nada supera o bom e velho livro de papel, e é assim que funciona o mundo digital, redes sociais são um excelente meio de comunicação, mas o bom e velho site nunca sai de moda. Vide as grandes empresas: todas tem perfis em alguma rede social (se não em todas) mas qual delas abre mão de um site institucional?

MOTIVO Nº2 -Democracia e Dados.

Democracia? Sim! Meu site minhas regras, lá fora você sempre estará sujeito à regras, termos, condições e políticas de privacidade. Além do fato de nunca ter acesso à estatísticas e dados dos seus visitantes 100% verdadeiras.

Se você tem várias visitas, as redes vendem suas estatisticas para empresas fazerem publicidade. O GOOGLE TE VENDE! (risos) mas é verdade…

Recapitulando: Ao contrário de qualquer rede, um site comporta o seu conteúdo da forma que for melhor apresentada e de forma clara. A possibilidade de customização que um site oferece é enorme! Os

 

Depois de liquidar essa primeira questão, comecei a elaborar o site do 6º Seminário de Produção Cênica.

Primeiros Passos.

7 meses de trabalho depois, o resultado é incrível! Mas como foram os primeiros momentos?

Clique na imagem para ampliar.
Desde a sua concepção, os elementos gráficos do Nós na Arte tinham o objetivo de ser impressionantemente simples, à medida que a idéia foi avançando as necessidades foram se tornando mais diversas mas procuramos sempre manter a essência simples e elegante do Seminário de Produção Cênica.

um logotipo comunicativo, monocromático e bem espaçado, com um site moderno e comunicativo, banners objetivos e vibrantes junto com uma divulgação pesada nas redes sociais.

Partimos da seguinte premissa: O Seminário tem que ser visto. Novas classes de dispositivos e formas de interagir e comunicar surgiram com wearables, tecnologia de voz e dispositivos inteligentes no mundo que nos rodeia. Os usuários agora se envolvem com o Google usando uma constelação de dispositivos, e nossa marca deve expressar a mesma simplicidade e prazer que eles esperam da nossa página inicial, ao mesmo tempo que abraçam as oportunidades oferecidas por cada novo dispositivo e superfície.
Carinhosamente apelidado de “Evans” em homenagem ao pianista de jazz e compositor William John “Bill” Evans.

“Quando você toca uma música, inevitavelmente descobre uma parte de ti que não sabias que existia.”
– Bill Evans

Uma das coisas que eu sempre me questiono é se o meu trabalho de alguma forma faz diferença. “Se eu não tivesse feito isso, faria falta?”
E assim como essa pergunta, muitas outras são feitas a todo instante:

Para o Seminário eu me deparei com algumas questões que eu nunca tinha entrado em contato antes. Durante a pesquisa por referências fui pulando de artigo por artigo de grandes nomes cheguei à seguinte frase:
“Divisão Cultural” Havia alguma divisão cultural no meu trabalho?
Veja, todos nós fazemos parte de uma certa classe social, portanto temos certos antecedentes de privilégios, e essas diferenças precisam ser estudadas e liquidadas para tornar nosso trabalho bem sucedido. Se alguém por exemplo não estiver confortável navegando por um site que não dialoga com a realidade dela, essa pessoa provavelmente não vai se sentir confortável em participar do debate que o site sucita.
E é nesse ponto que a pergunta muda: Cada pedacinho do meu trabalho funciona corretamente dentro do contexto cultural do usuário?
Um exemplo que o Google dá é do aplicativo de mensagens Hike que permite que as pessoas escondam automaticamente determinados bate-papos quando o aplicativo é fechado e acessá-los mais tarde usando a senha. Em uma cultura onde os jovens muitas vezes compartilham dispositivos com membros da família, esse espaço privado virtual é um ponto positivo.
Mas a discussão deve ir além de uma funcionalidade dentro de um aplicativo, o debate deve ser estético, deve entrar no campo da linguagem, deve ser real. Aqui a arte entra com o objetivo de criticar, provocar, polemizar, contrariar, instigar.

Minimalismo? Não dessa vez…
Queria muito aplicar um estilo minimalista no site do seminário, mas após algumas reuniões com o pessoal da produção percebi que o projeto estava indo para outro lugar, fiquei desapontado no começo por que já estava cheio de ideias e referências na cabeça, mas após uma conversar demorada com um amigo meu da área ele me apresentou a seguinte situação: “Se exibirmos um banner valorizando o espaço em branco e cores pastéis/apagadas em um lugar cuja estética local é mais vibrante e densa, esse banner simplesmente não vai conseguir a atenção do público. Se conseguir, no máximo vai arrancar alguns comentários como: “que cartaz vazio”.”
O estilo que está mais popular no nosso dia-a-dia – como o uso mínimo de cor, som e texto, bem como elementos visuais abstraídos – pode perder impacto em um ambiente mais rico no sentido sensorial.
A linha entre densidade e desordem é muito tênue, ela compõe o balanceamento entre a hierarquia com a estética local.
O meu trabalho dialóga com a estética visual proposta pelos organizadores do evento?
Um bom exemplo de interface regional é o browser UC, que é popular na Índia, ele tem um design dinâmico e oferece uma variedade de ações logo de cara, como aplicativos e favoritos salvos, ao contrário do Chrome do Google que se concentra em uma única ação primária: a de pesquisar.

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A NOSSA PELE É UMA SÓ.
NÃO IMPORTA O SEU GÊNERO,
SUA COR, SUA CLASSE
SOCIAL, SOMOS TODOS
FEITOS DA MESMA COISA.
SOMOS TODOS PESSOAS.

A MESMA PELE COM
DIFERENTES TONALIDADES.
SOMOS ESSA DIVERSIDADE
DE CONTRASTES E TEXTURAS.
SOMOS UM SÓ E VÁRIOS
AO MESMO TEMPO.
SOMOS ÚNICOS E SOMOS
ESSA MISTURA DE TUDO.
É ESSA A PROPOSTA
DO NOSSO PROJETO.

É EXPLORAR A BELEZA
DESSA DIVERSIDADE
EM TODOS OS SENTIDOS.
É BRINDAR ÀS NOSSAS
DIFERENÇAS. NÃO IMPORTA
SUA PELE, NÃO IMPORTA
A COR DA LATA,
A ESSÊNCIA É ÚNICA E
É DE TODOS.
_

FAÇA
UM
BRINDE
À
DIVERSI_
DADE

 

Concepção e Criação por: Luiz Rettamozo | Vetorização: Alexandra Giovanna
A Identidade do Nós na Arte.

Uma nova identidade de marca torna o Seminário mais acessível e útil para o público.

LOGOTIPO

Resultado da mão precisa e delicada do artista plástico Luiz Rettamozo, a ilustração é genial e extremamente comunicativa, a logo do Nós na Arte tem personalidade, é simples, amigável e acessível.

Desde pequeno aprendi que o que caracteriza uma obra de arte são as múltiplas leituras possíveis, não se limitando a um único significado.  A imagem que Rettamozo nos proporciona cumpre essa tarefa, pois abre um leque de possibilidades interpretativas e sensoriais, como dizia o velho ditado: 1 imagem fala mais do que 1.000 palavras! Pois é…

A logo é uma corda que descreve uma trajetória com começo, meio e fim. O princípio da trajetória é claro e livre de percalços, assim como o fim (a arte imita a vida, vide a nossa própria realidade onde o nascimento e a morte são pontos pontuais e inescapáveis de nossa existência) o grande nó é esse ínterim a que chamamos existência.

Tal como a vida, que começa, mas não para nenhum instante até que chegue ao fim, assim o “Nós Na Arte” foi desenhado: de um traçado só, sem tirar o lápis do papel nenhum instante. Quando o artista transformou a letra “O” da segunda pessoa do plural, em um emaranhado, ele deixa um lembrete de que sempre teremos nós a desatar!

A escolha de uma tipografia cursiva se dá por contemplar o duplo sentido do nome do evento:
– Nós, da segunda pessoa do plural remete imediatamente ao ser humano que traz em sua escrita cursiva, marcas de sua personalidade única e contínua.
– Nós, de cordas está relacionado diretamente a todo o debate artístico-político-social travado nas mesas de debates e nas oficinas.

A logo final que estampa camisetas, cartazes, redes sociais, cartões, e até o site foi testada exaustivamente em vários tamanhos e pesos para máxima legibilidade em todos os novos contextos digitais e físicos.

Em síntese, o Nós na Arte é incrível em qualquer lugar, na internet ou impresso e cumpre o papel de toda boa marca: marcar!

Concepção e Criação por: Luiz Rettamozo | Vetorização: Alexandra Giovanna

CORES

T

Paleta de cores

TIPOGRAFIA

I

Concepção e Criação por: Luiz Rettamozo | Vetorização: Alexandra Giovanna
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Design is Poetry.

Uma nova identidade de marca torna o Seminário mais acessível e útil para o público.

MATERIAL É A METÁFORA
Os fundamentos da luz, superfície e movimento são fundamentais para transmitir como os objetos se movem, interagem e existem no espaço e em relação um ao outro. A iluminação realista mostra costuras, divide espaço e indica partes móveis.
Dedico essa linha à galera do Google. Valeu, vocês são demais!

Pronto, voltemos ao design. O Google lançou em meados de 2016 uma teoria chamada Material Design, segundo a definição deles:

“Nos desafiamos a criar uma linguagem visual para nossos usuários que sintetize os princípios clássicos do bom design com a inovação e possibilidades da tecnologia e ciência. Este é o Material Design. Este é um documento vivo que será atualizado à medida que continuamos desenvolvendo os princípios e especificidades do nosso projeto.”

Um dos princípios defendidos por eles é: “Movimento atribui significado”, e esse é o bom design! Design com objetivo claro e aplicação sutil, que se movimenta de forma eficiente e com coerência. De acordo com eles, você percebe que alcançou a excelência quando as pessoas nem pensam que o seu trabalho poderia ter sido projetado de forma diferente.

Create color schemes

Create color schemes that include darker and lighter variations of your primary and secondary colors.

Test accessibility

Check if text is accessible on different-colored backgrounds, as measured using the Web Content Accessibility Guidelines legibility standards.

Typeface
Roboto

Roboto has been refined extensively to work across the wider set of supported platforms. It is slightly wider and rounder, giving it greater clarity and making it more optimistic.
imagem
Examples of Roboto

Roboto font weights

Roboto has six weights: Thin, Light, Regular, Medium, Bold, and Black.

 

Atribuir a cada elemento da página um série de propriedades físicas (especificadas na documentação do Google):
-Solidez
-Occupies unique points in space
-Can join to other material
-Can separate, split, and heal
-Can be created or destroyed
-Moves along any axis

Material projeta sombras.
As sombras resultam naturalmente da elevação relativa (posição z) entre elementos materiais.

 

How paper works
In material design, the physical properties of paper are translated to the screen. The background of an application resembles the flat, opaque texture of a sheet of paper, and an application’s behavior mimics paper’s ability to be re-sized, shuffled, and bound together in multiple sheets.

The surfaces that comprise applications are referred to in this spec as material, or sheets of material.

Elements outside of applications, such as system bars, are separate from the app content beneath them, and are not treated as material.

 

This landing page is one of dozens of pages that make up the live Divi Theme demo who’s primary goal is to show off and explain the features of Divi. Including the highest number of different content modules, section types, column structures, and theme settings on a single page was the biggest challenge here.

no começo queriam uma página para

footer pé

 

Colour database
We are surrounded by amazing colors. The world itself is an incredible color palette.
I keep a color database in Evernote with all the colors that call my attention. It includes photos, old images and work of other artists and illustrators.
My color database is huge, and with the years, it has become one of the most important tools in my working process.
I use it as a reference tool that inspires me and guides my color decisions.

Final colors
As the sketch evolves, the color palette evolves too. I adjust the tones till I find a strong color combination.

 

The Rule of Thirds
The rule of thirds is a simplified version of the golden radio. It is based on Phi, a mathematical ratio, and has been used since antiquity, extensively by people like Leonardo Da Vinci, Dali, and Le Corbusier.

The rule of thirds involves dividing the composition into nine equal sectors using two vertical and two horizontal lines.

Um material físico tem dimensões que variam entre x & y e uma espessura uniforme e invariável.
O uso de elevação para separar elementos é um método para impedir que múltiplos elementos de material ocupem o mesmo ponto no espaço simultaneamente.
Consulta.

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Feedback
ver se os caminhos estão de acordo
cliente satisfeito com o serviço?
eterno reajustar
artistico-politico-social

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Ajustes Finais.

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Epílogo.

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O Squad.

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Muita gente linda contribuiu para a realização desse projeto! São 36 pessoas que somaram de alguma forma para o sucesso dessa empreitada. (Um novo recorde pessoal!) 😀
Ouça a Playlist que reservei para vocês e confira o nome de todos eles abaixo:

Na Boléia:

Allan Valenza, Titi Souza.

Produção:

Ale Wicz, Alexandre Rodrigues, Aline Ramos, Bruna Bonanato, Camila da Mata, Claudio Bob, Dânatha Siqueira, Dara van Waalwijk, Douglas Perez, Eve Liliana, Francieli Prata, Gabriele Migliorini, Giana Guterres, Giovanni Cosenza, Guilherme Corrêa Virtuoso, IndraniiJade Benamor, Jéssica Hiraoka, Joyce Constantino, Juliana Senna, Kauany Kawai, Lucas Bueno, Mariana Hanf, Priscila Castilho, Renata Rettamozo, Rubia Espindola, Rosana Briski, Tairine Paes, Vinicius Piazzetta.

Apoio:

Jennyfer Loesch, Alexandra Giovanna, Virginia Benevenuto, Marcella Oliveira, Rodrigo Laureanti.

Yasmin, Vanessa, Rafael, Micha, Fernanda e Chel. meus irmãos e meus pais.
Obrigado a todas as pessoas que cederam momentos do seu tempo para conversar comigo, todas as pessoas que me incentivaram, que elogiaram meu trabalho e que criticaram ele.
E um muito obrigado especial àquela pessoa que virou madrugada junto comigo conversando sobre tudo, de cacoetes característicos de pessoas velhas até o nosso destino depois da morte dentro do infinito com toda a eternidade pela frente.

Ao Rolê e ao Squad, que andam de mãos dadas comigo, meu mais sincero obrigado!

E a Deus, obrigado! 😉

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Referências
https://www.bloomberg.com/graphics/2015-paul-ford-what-is-code/

https://www.google.com.br/intl/pt-BR/about/philosophy.html

https://diegopiovesan.files.wordpress.com/2010/07/livro_-_the_non-designers_desi.pdf

Minimalist Design: Dos & Don’ts

https://www.viget.com/articles/color-contrast

https://magoz.blog/how-to-color-illustrations/

ARTE É VIDA

Copyright © 2018 Feito com em Curitiba